Jorge Martinho
nasceu em 1959
Jorge Martinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSD (2012–2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, não eleito.
Declarou ao TSE em 2022: 63 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018, preta em 2022. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado federal · Mato Grosso do SulPSD 5522· centro-direitanão eleito5.179 votos; 48º mais votado de 148 no estado
- 2018Deputado estadual · Mato Grosso do SulPSD 55055· direitasuplente11.788 votos; 31º mais votado de 322 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Jorge Martinho teve 5.179 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 48º lugar entre 148 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Três Lagoas deu 91,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Jorge Martinho declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2012 e 2022, o total subiu R$ 95,7 mil acima da inflação.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso do Sul em 2022.
- Jorge MartinhoR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 209 mil
- Mediana dos eleitosR$ 3,3 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Jorge Martinho declarou ao TSE R$ 702 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 407 mil, 91% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2022 · Deputado federal · Mato Grosso do Sul · PSD · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Social Democratico - Mato Grosso Do Sul - Ms - EstadualR$ 300,3 mil73,7%
- PessoasR$ 11,4 mil2,8%
- Próprio bolsoR$ 11,4 mil2,8%
Para onde foi
- Pessoal190 pessoas, não nomeadasR$ 189,2 mil47,8%
- Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 48,8 mil12,3%
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 21,6 mil5,5%
- EscritórioR$ 10,8 mil2,7%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso do Sul, 2022
Mediana da disputa: R$ 75,7 por voto. Quem venceu, Marcos Pollon, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 783; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Michela Dutra UNIÃOR$ 3,7 milhões · 4.728 votosR$ 783
- Keliana Fernandes PSDBR$ 1,9 milhão · 4.852 votosR$ 390
- Neli UNIÃOR$ 840 mil · 3.051 votosR$ 275
- Lu Azambuja PPR$ 731 mil · 4.299 votosR$ 170
- Chiquinho Assis REPUBLICANOSR$ 903 mil · 7.379 votosR$ 122
- Dr. Eudélio PPR$ 1,4 milhão · 12.078 votosR$ 112
- Marcelo Miglioli UNIÃOR$ 999 mil · 9.560 votosR$ 104
- Professor João Rocha PPR$ 1,3 milhão · 12.515 votosR$ 103
- Coronel Villasanti UNIÃOR$ 932 mil · 9.875 votosR$ 94,4
- Dr. Guto PODER$ 820 mil · 9.148 votosR$ 89,6
- Delcídio Amaral PTBR$ 1,7 milhão · 18.862 votosR$ 87,9
- Moka MDBR$ 3,1 milhões · 36.718 votosR$ 85,7
- Bia Cavassa PSDBR$ 1,1 milhão · 14.289 votosR$ 79,8
- Márcio Araguaia PPR$ 793 mil · 10.139 votosR$ 78,2
- Fábio Trad PSDR$ 3,3 milhões · 43.881 votosR$ 75,7
- Dagoberto PSDBR$ 3,3 milhões · 48.217 votosR$ 68,1
- Dr. Luiz Ovando PPR$ 2,7 milhões · 45.491 votosR$ 58,9
- Dione Hashioka PODER$ 885 mil · 17.703 votosR$ 50
- Walter Carneiro Jr PPR$ 1,5 milhão · 39.860 votosR$ 38,9
- Wilton Acosta REPUBLICANOSR$ 866 mil · 23.084 votosR$ 37,5
- Promotor Harfouche AVANTER$ 660 mil · 17.946 votosR$ 36,8
- Vander Loubet PTR$ 2,6 milhões · 76.571 votosR$ 33,9
- Flávio Cabo Almi PODER$ 879 mil · 26.683 votosR$ 33
- Dr. Geraldo Resende PSDBR$ 2,2 milhões · 96.519 votosR$ 22,4
- Rodolfo Nogueira PLR$ 907 mil · 41.773 votosR$ 21,7
- Beto Pereira PSDBR$ 1,9 milhão · 97.872 votosR$ 19,1
- Camila Jara PTR$ 983 mil · 56.552 votosR$ 17,4
- Marcos Pollon PLR$ 1,1 milhão · 103.111 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2022, deputado federal: 13 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 271 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 153 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.