Jorge de Oliveira
nasceu em 1986
Jorge de Oliveira se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 34 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jorge de Oliveira declarou R$ 11,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 5.080, já descontada a inflação.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Jorge de OliveiraR$ 11,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jorge de Oliveira declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Diamante do Sul (PR) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 99143,6%
- Próprio bolsoR$ 84937,4%
- Outros candidatosR$ 43319,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Diamante do Sul (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,7 por voto. Quem venceu, Kiko, gastou R$ 3,39 por voto. O voto mais caro custou R$ 22; o mais barato, R$ 3,39.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jefinho PDTR$ 637 · 29 votosR$ 22
- João Siqueira PLR$ 495 · 26 votosR$ 19,1
- Otávio PDTR$ 1,4 mil · 87 votosR$ 16,3
- Edivaldo PSCR$ 708 · 50 votosR$ 14,2
- Cícero Perez PSCR$ 778 · 56 votosR$ 13,9
- Professora Clarice PDTR$ 708 · 51 votosR$ 13,9
- Edson Koprowski PSCR$ 708 · 66 votosR$ 10,7
- João Manoel PDTR$ 637 · 68 votosR$ 9,37
- Dedo PSCR$ 793 · 89 votosR$ 8,90
- Acir Pereira PSCR$ 566 · 81 votosR$ 6,99
- Dirceu Bueno PSCR$ 637 · 93 votosR$ 6,85
- Kiko PLR$ 495 · 146 votosR$ 3,39
Votos por real
- 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.