Apuração
Deputado federal · 2022 · PRTB

Jorge da Sorte

Antonio Jorge Gomes · nasceu em 1952

Jorge da Sorte se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2006MDB2010PRTB2012PRTB2014PRTB2018PRTB2022PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2006), PRTB (2010–2022).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoMDBPRTB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2022: 69 anos, ensino médio, contador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018, parda em 2022. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · Alagoas
    PRTB 2860· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2018
    Deputado estadual · Alagoas
    PRTB 28280· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  3. 2014
    Deputado federal · Alagoas
    PRTB 2811· direita
    suplente978 votos; 58º mais votado de 100 no estado
  4. 2012
    Vereador · Maceió (AL)
    PRTB 28280· direita
    suplente
  5. 2010
    Deputado estadual · Alagoas
    PRTB 28280· direita
    suplente404 votos; 142º mais votado de 264 no estado
  6. 2006
    Deputado federal · Alagoas
    MDB 1516· centro
    candidatura não chegou à urna
  7. 2004
    Vereador · Maceió (AL)
    MDB 15113· centro· na urna, Jorge da Sorte Papai
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Jorge da Sorte teve 978 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 58º lugar entre 100 candidatos.

Recebeu votos em 65 cidades. Maceió deu 55,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,0%.

978 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 978 votos.
  1. Maceió (AL)545 votos55,7%
  2. Arapiraca (AL)55 votos5,6%
  3. União dos Palmares (AL)28 votos2,9%
  4. Maravilha (AL)27 votos2,8%
  5. Igaci (AL)22 votos2,2%
  6. Outras 50 cidades156 votos16%
As outras 1 eleições para deputado
404 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 404 votos.
  1. Maceió (AL)339 votos83,9%
  2. Arapiraca (AL)20 votos5%
  3. São Luís do Quitunde (AL)11 votos2,7%
  4. Rio Largo (AL)5 votos1,2%
  5. Água Branca (AL)5 votos1,2%
  6. Outras 10 cidades10 votos2,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Jorge da Sorte declarou R$ 228,3 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 228,3 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 150.000 na declaração)

Mais da metade (58%) dos candidatos a deputado estadual em Alagoas não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 228,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Jorge da Sorte declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 6,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Alagoas · PRTB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 4.139
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.139.
  1. Fundo eleitoralTudo de 28-Prtb - Partido Renovador Trabalhista Brasileiro Orgao Provisorio Alagoas Al EstadualR$ 3.92894,9%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Jose Renan Vasconcelos Calheiros Filho GovernadorR$ 2115,1%

Para onde foi

R$ 754
O maior gasto foi com serviços: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 754.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 72896,6%
  2. EscritórioR$ 263,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Alagoas, 2018

Mediana da disputa: R$ 16,4 por voto. Quem venceu, Ricardo Nezinho, gastou R$ 7,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.756; o mais barato, R$ 7,86.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 146 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 165 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.