Jorge da Barragem
José Jorge de Arruda · nasceu em 1968
Jorge da Barragem se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 5 partidos: CIDADANIA (2004), PSC (2008–2012), PP (2016), PSB (2020), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Jorge da Barragem declarou R$ 99,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 11,8 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Jorge da Barragem declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lagoa do Carro (PE) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Lagoa do Carro (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,3 por voto. Quem venceu, Matuto Da Invasão, gastou R$ 20,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 18,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Do Tapete PTR$ 6,4 mil · 47 votosR$ 135
- Lariquim PATRIOTAR$ 11 mil · 236 votosR$ 45,6
- Sandro Da Kombi PSBR$ 5,5 mil · 145 votosR$ 38,3
- Sérgio Vasconcelos PTR$ 12 mil · 338 votosR$ 35,6
- Andre Ribeiro PSBR$ 17 mil · 544 votosR$ 31,7
- Lau Da Saúde PATRIOTAR$ 11 mil · 405 votosR$ 27,8
- Ir Bosco PSDBR$ 9,7 mil · 357 votosR$ 27,3
- Ricardo Gadelha PSDBR$ 5,8 mil · 222 votosR$ 26,1
- Van PSDBR$ 11 mil · 433 votosR$ 25,5
- Álvaro Falcão PSDBR$ 6,9 mil · 304 votosR$ 22,6
- Matuto Da Invasão REPUBLICANOSR$ 6,2 mil · 296 votosR$ 20,9
- Kleber Lima PATRIOTAR$ 7,1 mil · 374 votosR$ 18,9
Votos por real
- 2020, vereador: 191 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 173 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.