Jorge Corina
Jorge Augusto Machado Pereira · nasceu em 1959
Jorge Corina se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: MDB (2004), PRTB (2008), DC (2012), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jorge Corina declarou R$ 307,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 51,2 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jorge Corina declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 7,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Casimiro de Abreu (RJ) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 56673%
- Fundo eleitoralR$ 20927%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Casimiro de Abreu (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Vitor De Doca, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.436; o mais barato, R$ 9,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Claudia-Cacau PSDBR$ 7,2 mil · 5 votosR$ 1.436
- Roberta Enfermeira PSDBR$ 7,4 mil · 25 votosR$ 295
- Lucineia PSDR$ 5,5 mil · 24 votosR$ 230
- Paula Penélope PSDBR$ 6,1 mil · 78 votosR$ 78,3
- Márcia Ventura REPUBLICANOSR$ 12 mil · 175 votosR$ 66
- Professora Marlene PSOLR$ 4,9 mil · 109 votosR$ 44,5
- Leleia Da Saúde PSDBR$ 5,2 mil · 154 votosR$ 34
- Bruno Miranda PSDR$ 6,2 mil · 215 votosR$ 28,9
- Fátima PSDR$ 10 mil · 665 votosR$ 15,7
- Vitor De Doca PSDR$ 7,1 mil · 592 votosR$ 11,9
- Alex Neves PSDR$ 5,1 mil · 536 votosR$ 9,53
Votos por real
- 2020, vereador: 252 votos por R$ 1.000, 17 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.