Jorge Câmara
Jorge Lopes Câmara · nasceu em 1963
Jorge Câmara se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2008), PV (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jorge Câmara declarou R$ 208 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 131,3 mil acima da inflação.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2016.
- Jorge CâmaraR$ 208 mil
- Mediana dos candidatosR$ 61,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 152,7 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Jorge Câmara declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 26 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Guajará-Mirim (RO) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.45684%
- PessoasR$ 1.42516%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.72053,1%
- ServiçosR$ 3.04434,3%
- Material impressoR$ 97210,9%
- PessoalR$ 1461,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Guajará-Mirim (RO), 2016
Mediana da disputa: R$ 33,5 por voto. Quem venceu, Augustinho Figueiredo, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 95; o mais barato, R$ 15,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vilheguinha MDBR$ 9,9 mil · 104 votosR$ 95
- Professor Lourione PVR$ 11 mil · 142 votosR$ 78,5
- Marcelo Bentes MOBILIZAR$ 12 mil · 162 votosR$ 75,9
- Manoel Roleiro PC do BR$ 11 mil · 203 votosR$ 51,9
- Vando MDBR$ 11 mil · 247 votosR$ 45,5
- Teles PPR$ 11 mil · 263 votosR$ 41,3
- Tani Melhem PSDBR$ 10 mil · 308 votosR$ 33,5
- Sgt Cleb PODER$ 10 mil · 317 votosR$ 32,7
- Kerling Brito PODER$ 13 mil · 466 votosR$ 27,9
- Sergio Bouez PSBR$ 16 mil · 580 votosR$ 27,1
- Roberto Do Mercado MOBILIZAR$ 10 mil · 397 votosR$ 26,1
- Augustinho Figueiredo PDTR$ 13 mil · 830 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.