Apuração
Deputado estadual · 2006 · PRP

Jorge Bombeiro

Jorge Roberto Barbosa · nasceu em 1964

Jorge Bombeiro disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PRP: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPRP2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, não eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 41 anos, até o fundamental, bombeiro militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PRP 44058· direita
    não eleito947 votos; 485º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Jorge Bombeiro teve 947 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 485º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 17 cidades. Raposos deu 48,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,8%.

947 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 947 votos.
  1. Raposos (MG)462 votos48,8%
  2. Nova Lima (MG)329 votos34,7%
  3. Belo Horizonte (MG)104 votos11%
  4. Contagem (MG)19 votos2%
  5. Barbacena (MG)6 votos0,6%
  6. Outras 2 cidades2 votos0,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Jorge Bombeiro declarou R$ 281,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 281,8 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 94.500 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2006.

  • Jorge BombeiroR$ 281,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 281,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Jorge Bombeiro declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · PRP · não eleito

De onde veio

R$ 1.563
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.676
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.676. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Guia Comercial / Wander Sobreira LopesR$ 89053,1%
  2. Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 27916,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 565 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.