Apuração
Governador · 2022 · PROS

Jorge Alberto

Jorge Alberto Teles Prado · nasceu em 1953

Jorge Alberto se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2022, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2006MDB2022PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.

Passou por 2 partidos: MDB (2002–2006), PROS (2022).

GovernadorDep. federalPrefeitoPartidoMDBPROS’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2022, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2022: 69 anos, superior completo, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Governador · Sergipe
    PROS 90· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2006
    Deputado federal · Sergipe
    MDB 1555· centro
    suplente40.705 votos; 10º mais votado de 48 no estado
  3. 2004
    Prefeito · Aracaju (SE)
    MDB 15· centro
    não eleito9.488 votos, 3,6%
  4. 2002
    Deputado federal · Sergipe
    MDB 1555· centro
    eleito49.138 votos; 5º mais votado de 72 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Jorge Alberto teve 40.705 votos para deputado federal, 4,0% dos votos válidos do estado: 10º lugar entre 48 candidatos.

Recebeu votos em 75 cidades. Aracaju deu 16,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 71,4%.

40.705 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 40.705 votos.
  1. Aracaju (SE)6.791 votos16,7%
  2. Aquidabã (SE)2.635 votos6,5%
  3. Nossa Senhora das Dores (SE)2.514 votos6,2%
  4. Nossa Senhora da Glória (SE)2.505 votos6,2%
  5. Umbaúba (SE)2.342 votos5,8%
  6. Outras 60 cidades11.639 votos28,6%
As outras 1 eleições para deputado
49.138 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 49.138 votos.
  1. Aracaju (SE)5.995 votos12,2%
  2. Itabaianinha (SE)4.033 votos8,2%
  3. Nossa Senhora da Glória (SE)3.119 votos6,3%
  4. Porto da Folha (SE)2.551 votos5,2%
  5. Canindé de São Francisco (SE)2.433 votos5%
  6. Outras 60 cidades16.243 votos33,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Jorge Alberto declarou R$ 2,6 mi em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe. Entre 2006 e 2022, o total caiu R$ 814,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,6 mi
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.192.005 na declaração)

Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a governador em Sergipe em 2022.

  • Jorge AlbertoR$ 2,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 598,7 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. Empresa agropecuaria são jorgeR$ 1,6 mi
    Quotas ou quinhões de capital
  2. FarolândiaR$ 520,8 mil
    Casa
  3. VeículoR$ 242,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. AtalaiaR$ 130,6 mil
    Casa
  5. Banco do brasil aplicação BB ref diR$ 79 mil
    Outras aplicações
  6. Banco do brasilR$ 69,5 mil
    Conta corrente no país
  7. Ações petrobrasR$ 1.205
    Ações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Jorge Alberto declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 773 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Governador · Sergipe · PROS · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 721
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2022.

Quanto custou cada voto: governador, Sergipe, 2022

Mediana da disputa: R$ 13,8 por voto. Quem venceu, Fábio, gastou R$ 29,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,4; o mais barato, R$ 5,75.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 85 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 64 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.