Jorge Alberto
Jorge Alberto Teles Prado · nasceu em 1953
Jorge Alberto se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2022, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.
Passou por 2 partidos: MDB (2002–2006), PROS (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2022, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2022: 69 anos, superior completo, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022
- 2006
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Jorge Alberto teve 40.705 votos para deputado federal, 4,0% dos votos válidos do estado: 10º lugar entre 48 candidatos.
Recebeu votos em 75 cidades. Aracaju deu 16,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 71,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Jorge Alberto declarou R$ 2,6 mi em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe. Entre 2006 e 2022, o total caiu R$ 814,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a governador em Sergipe em 2022.
- Jorge AlbertoR$ 2,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 598,7 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 7 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- Empresa agropecuaria são jorgeR$ 1,6 miQuotas ou quinhões de capital
- FarolândiaR$ 520,8 milCasa
- VeículoR$ 242,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- AtalaiaR$ 130,6 milCasa
- Banco do brasil aplicação BB ref diR$ 79 milOutras aplicações
- Banco do brasilR$ 69,5 milConta corrente no país
- Ações petrobrasR$ 1.205Ações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jorge Alberto declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 773 mil.
Campanha a campanha
2022 · Governador · Sergipe · PROS · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2022.
Quanto custou cada voto: governador, Sergipe, 2022
Mediana da disputa: R$ 13,8 por voto. Quem venceu, Fábio, gastou R$ 29,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,4; o mais barato, R$ 5,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Delegado Alessandro PSDBR$ 7,7 milhões · 82.495 votosR$ 93,4
- Dr Cláudio Médico Geriatra DCR$ 125 mil · 2.655 votosR$ 47,1
- Fábio PSDR$ 8,8 milhões · 294.936 votosR$ 29,9
- Rogério Carvalho PTR$ 4,7 milhões · 338.796 votosR$ 13,8
- Elinos Sabino PSTUR$ 5,5 mil · 646 votosR$ 8,50
- Niully Campos PSOLR$ 256 mil · 37.366 votosR$ 6,86
- Prof Aroldo Felix UPR$ 6 mil · 1.044 votosR$ 5,75
Votos por real
- 2006, deputado federal: 85 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 64 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.