Jones Martins
Jones Alexandre Martins · nasceu em 1971
Jones Martins se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1.
Direita pelo voto; centro-direita pelo partido
As medidas vão de +0,25 a +0,58 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo voto ele aparece mais à direita.
Votou como o governo orientou em 99% das votações, e com a maioria do próprio partido em 97%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 46 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado federal · Rio Grande do SulMDB 1566· direitasuplente26.924 votos; 51º mais votado de 404 no estado
- 2014Deputado federal · Rio Grande do SulMDB 1566· centro-direitasuplente17.749 votos; 61º mais votado de 308 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Jones Martins teve 26.924 votos para deputado federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 51º lugar entre 404 candidatos.
Recebeu votos em 230 cidades. Gravataí deu 55,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Jones Martins declarou R$ 540,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 133,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2018.
- Jones MartinsR$ 540,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 130,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Banco do BrasilR$ 205,5 milConta corrente no país
- 100% Do capital social da empresa senoj transportes…R$ 152,2 milOutras participações societárias
- Kia Sorento 2011/2012 Placas JAS 1704R$ 106,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- BB curto prazoR$ 73,5 milOutras aplicações
- 99% do capital social da empresa Jam consultoria Ltda CNPJ…R$ 3.013Outras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Jones Martins declarou ao TSE R$ 2,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 2,4 milhões, 95% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · MDB · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 2,3 mi95%
- PessoasR$ 90,6 mil3,8%
- Próprio bolsoR$ 27,9 mil1,2%
- OutrosR$ 1.3130,1%
Para onde foi
- Pessoal444 pessoas, não nomeadasR$ 780,3 mil32,9%
- ServiçosR$ 38,6 mil1,6%
- OutrosR$ 3.1420,1%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2018
Jones Martins: R$ 88 por voto (mediana da disputa, R$ 24,9). Quem venceu, Paulo Pimenta, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jones Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mauro Pereira MDBR$ 2,5 milhões · 23.623 votosR$ 104
- José Otávio Germano PPR$ 2,6 milhões · 27.377 votosR$ 94,1
- Jones Martins MDBR$ 2,4 milhões · 26.924 votosR$ 88
- Yeda Crusius PSDBR$ 3 milhões · 37.549 votosR$ 80,7
- Renato Molling PPR$ 3,2 milhões · 44.523 votosR$ 72,9
- Perondi MDBR$ 2,3 milhões · 38.819 votosR$ 59,1
- Cajar Nardes PODER$ 1,4 milhão · 26.156 votosR$ 54,3
- José Stédile PSBR$ 2,1 milhões · 52.148 votosR$ 39,8
- Jerônimo Goergen PPR$ 3,5 milhões · 89.707 votosR$ 39
- Afonso Motta PDTR$ 2,4 milhões · 65.712 votosR$ 36,4
- Covatti Filho PPR$ 3,6 milhões · 102.063 votosR$ 35,2
- Marco Maia PTR$ 1,5 milhão · 48.423 votosR$ 30,2
- Giovani Feltes MDBR$ 2,8 milhões · 93.088 votosR$ 30
- Alceu Moreira MDBR$ 3 milhões · 100.341 votosR$ 29,9
- Osmar Terra MDBR$ 2,5 milhões · 86.305 votosR$ 28,9
- Marcelo Moraes PTBR$ 1,7 milhão · 69.904 votosR$ 24,9
- Márcio Biolchi MDBR$ 2,4 milhões · 100.362 votosR$ 24,1
- Giovani Cherini PLR$ 3,5 milhões · 151.719 votosR$ 22,9
- Pedro Westphalen PPR$ 2,2 milhões · 97.163 votosR$ 22,8
- Ronaldo Nogueira PTBR$ 1,4 milhão · 62.119 votosR$ 22,4
- Afonso Hamm PPR$ 2,2 milhões · 100.018 votosR$ 22,1
- Heitor Schuch PSBR$ 1,9 milhão · 109.053 votosR$ 17,6
- Lucas Redecker PSDBR$ 1,8 milhão · 114.346 votosR$ 16
- Bohn Gass PTR$ 1,6 milhão · 102.964 votosR$ 15,9
- Maria Do Rosário PTR$ 1,5 milhão · 97.303 votosR$ 15,7
- Danrlei De Deus Goleiro PSDR$ 1,6 milhão · 102.662 votosR$ 15,3
- Onyx Lorenzoni DEMR$ 2,5 milhões · 183.518 votosR$ 13,6
- Henrique Fontana PTR$ 1,4 milhão · 108.585 votosR$ 13,3
- Marcon PTR$ 1,4 milhão · 122.838 votosR$ 11,6
- Paulo Pimenta PTR$ 1,5 milhão · 133.086 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2018, deputado federal: 16 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 39 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.