Jonas
Jonas André Morari · nasceu em 1985
Jonas se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jonas declarou R$ 71,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 17,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- JonasR$ 71,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jonas declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,5 mil, 4,2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Travesseiro (RS) · PTB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Travesseiro (RS), 2020
Jonas: R$ 2,79 por voto (mediana da disputa, R$ 6,16). O voto mais caro custou R$ 31,8; o mais barato, R$ 2,79.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cristine De Potter PSBR$ 446 · 14 votosR$ 31,8
- Luciano Fuchs PSBR$ 439 · 24 votosR$ 18,3
- Simone Henz PTBR$ 596 · 52 votosR$ 11,5
- Claudinha PTBR$ 610 · 65 votosR$ 9,38
- Cleo PSBR$ 556 · 64 votosR$ 8,69
- Cleber Bettio PSBR$ 439 · 55 votosR$ 7,98
- Adriano Steffler PTBR$ 610 · 99 votosR$ 6,16
- Mariléia PTBR$ 634 · 104 votosR$ 6,10
- Vanessa Ahne PTBR$ 703 · 119 votosR$ 5,91
- Paulo Cesar Pc PSBR$ 439 · 88 votosR$ 4,99
- Alexandre Spieckert PSBR$ 439 · 104 votosR$ 4,22
- Jonas PTBR$ 528 · 189 votosR$ 2,79
Votos por real
- 2020, vereador: 189 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.