Jonas do Mil e Vinte
Jonas Tadeu de Marchi · nasceu em 1957
Jonas do Mil e Vinte se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2012), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jonas do Mil e Vinte declarou R$ 814 mil em bens, em reais de hoje: 7,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 578,4 mil acima da inflação.
Declarou 7,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Jonas do Mil e VinteR$ 814 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jonas do Mil e Vinte declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Brusque (SC) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 57553,4%
- Material impressoR$ 50246,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Brusque (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 14,3 por voto. Quem venceu, Kéka, gastou R$ 7,35 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,5; o mais barato, R$ 7,35.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Baiano DEMR$ 19 mil · 412 votosR$ 45,5
- Sidnei Pavesi PC do BR$ 20 mil · 596 votosR$ 34,3
- Miguel Comandoli PSDR$ 15 mil · 449 votosR$ 32,8
- Marli Leandro PTR$ 16 mil · 552 votosR$ 28,8
- Joel Filho PSCR$ 9,9 mil · 506 votosR$ 19,6
- Alessandro Simas PSDR$ 15 mil · 892 votosR$ 17,2
- Ivan Martins PSDR$ 17 mil · 1.159 votosR$ 14,3
- Andre Rezini CIDADANIAR$ 14 mil · 1.045 votosR$ 13,6
- Deivis Junior MDBR$ 14 mil · 1.184 votosR$ 11,8
- Ana Helena Boos PPR$ 9,3 mil · 898 votosR$ 10,3
- Dr. Lima PSDBR$ 17 mil · 1.929 votosR$ 8,67
- Kéka PSBR$ 13 mil · 1.718 votosR$ 7,35
Votos por real
- 2016, vereador: 467 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 370 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.