Jonas Borges
Jonas Farias Borges · nasceu em 1958
Jonas Borges se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PL (2002), PSC (2004–2008), PSOL (2012), AGIR (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, superior completo, escritor e crítico, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Jonas Borges teve 5.960 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 116º lugar entre 434 candidatos.
Recebeu votos em 83 cidades. Belém deu 40,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jonas Borges declarou R$ 718,2 mil em bens, em reais de hoje: 125 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 201,1 mil acima da inflação.
Declarou 125 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- Jonas BorgesR$ 718,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jonas Borges declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Belém (PA) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.68553,5%
- PessoasR$ 4.07046,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.68553,5%
- ServiçosR$ 2.67730,6%
- Material impressoR$ 1.39215,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Belém (PA), 2008
Mediana da disputa: R$ 74,7 por voto. Quem venceu, Iran Moraes, gastou R$ 25,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 370; o mais barato, R$ 25,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Xerfan PPR$ 1,2 milhão · 3.238 votosR$ 370
- Zé Carlos Do Pv PVR$ 300 mil · 2.015 votosR$ 149
- Morgado PLR$ 586 mil · 4.557 votosR$ 129
- John Wayne MDBR$ 407 mil · 3.689 votosR$ 110
- Dr Waldir CIDADANIAR$ 188 mil · 2.362 votosR$ 79,8
- Ademir Andrade PSBR$ 372 mil · 4.809 votosR$ 77,4
- Dr. Fernando Dourado DEMR$ 331 mil · 4.432 votosR$ 74,7
- Amaro Klautau PSDBR$ 227 mil · 3.320 votosR$ 68,5
- Dr Abel Loureiro DEMR$ 204 mil · 4.276 votosR$ 47,7
- Carlos Augusto DEMR$ 204 mil · 5.281 votosR$ 38,6
- Pio Netto PTBR$ 263 mil · 9.156 votosR$ 28,7
- Iran Moraes PSBR$ 327 mil · 12.982 votosR$ 25,2
Votos por real
- 2008, vereador: 176 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 196 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.