Joélcio Martins
Joélcio Martins da Silva · nasceu em 1941
Joélcio Martins se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 78 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Santaluz (BA)MDB 70· centro-direitaNa chapa de Dr Arismáriochapa eleita13.644 votos da chapa, 54,6%
- 2016
- 2010Deputado estadual · BahiaMDB 15111· centro· na urna, Joelcio Martinssuplente22.798 votos; 99º mais votado de 588 no estado
- 2006
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Joélcio Martins teve 22.798 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 99º lugar entre 588 candidatos.
Recebeu votos em 232 cidades. Santaluz deu 24,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Joélcio Martins declarou R$ 5,8 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 2,1 mi acima da inflação.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Fazenda quivungR$ 2,9 miOutros bens imóveis rural
- Ed. mater domintR$ 718,2 milApartamento
- Fazenda alto bonitoR$ 718,2 milOutros bens imóveis rural
- Lote de terra loteamento jardim nova lapaR$ 718,2 milOutros bens imóveis
- Fazenda fradeR$ 287,3 milOutros bens imóveis rural
- Fazenda quixabaR$ 172,4 milOutros bens imóveis rural
- Fazenda alegretoR$ 143,6 milOutros bens imóveis rural
- Lote para construção rua 2 de julhoR$ 143,6 milOutros bens imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Joélcio Martins declarou ao TSE R$ 542 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 219 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Santaluz (BA) · MDB · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Pmdb Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 81 mil66,4%
- Próprio bolsoR$ 27,9 mil22,9%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 13,1 mil10,8%
Para onde foi
- Serviços7 pessoas, não nomeadasR$ 26,9 mil22%
- EscritórioR$ 3.2382,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santaluz (BA), 2016
Joelcio: R$ 10,9 por voto (mediana da disputa, R$ 16,6). Quem venceu, Quitéria De Júnior, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 28,3; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Joelcio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Robson Sena PTR$ 26 mil · 906 votosR$ 28,3
- Quitéria De Júnior PSDR$ 198 mil · 11.930 votosR$ 16,6
- Joelcio MDBR$ 122 mil · 11.167 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2016, prefeito: 92 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 104 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 149 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.