Joaquim Nascimento
Joaquim de Assis Nascimento · nasceu em 1974
Joaquim Nascimento se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), PSB (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Joaquim Nascimento declarou R$ 433,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 135,6 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- Joaquim NascimentoR$ 433,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 12 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Apartamento situado à Rua Dr. Luis de Souza BrandãoR$ 215,5 milApartamento
- Nissan Frontier XE 4x4R$ 93,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote situado à Quadra DR$ 86,2 milTerreno
- Caixa Vida e PrevidenciaR$ 20 milOutros fundos
- Valor bloqueado pela Justiça Federal 3. Vara Juiz de ForaR$ 13,2 milOutros fundos
- Saldo em poder do DeclaranteR$ 3.304Dinheiro em espécie
- Saldo Poupança Caixa Economica FederalR$ 993Caderneta de poupança
- Saldo Conta Corrente Caixa Economica FederalR$ 348Conta corrente no país
- Conta Corrente BS2R$ 287Conta corrente no país
- Saldo Poupança SantanderR$ 195Caderneta de poupança
- Conta Corrente NUR$ 79Conta corrente no país
- Renda Fixa NUR$ 17Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Joaquim Nascimento declarou ao TSE R$ 424 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 200 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Matias Barbosa (MG) · PSB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista Brasileiro - Diretorio RegionalR$ 56,6 mil82,1%
- Próprio bolsoR$ 11,3 mil16,4%
- PessoasR$ 1.0191,5%
Para onde foi
- Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 6.85010,1%
- TransporteR$ 1.8682,8%
- EscritórioR$ 1.5042,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Matias Barbosa (MG), 2020
Joaquim Nascimento: R$ 50,2 por voto (mediana da disputa, R$ 40,9). Quem venceu, Beto Lopes, gastou R$ 40,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,2; o mais barato, R$ 31,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Joaquim Nascimento. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Joaquim Nascimento PSBR$ 68 mil · 1.353 votosR$ 50,2
- Beto Lopes PPR$ 149 mil · 3.631 votosR$ 40,9
- Marquinho PTR$ 79 mil · 2.467 votosR$ 31,8
Votos por real
- 2020, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 54 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.