João Currier
João Aparecido Lopes Cordeiro · nasceu em 1973
João Currier se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016, 2020 e 2024.
Passou por 4 partidos: MDB (2004), DEM (2008), MDB (2012–2016), PSC (2020), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Angelândia (MG)DEM 25111· direita· na urna, Joaozinho Curriecandidatura não chegou à urna
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, João Currier declarou R$ 379,1 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 336 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- João CurrierR$ 379,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Fiat toroR$ 176,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em contaR$ 65,1 milConta corrente no país
- VW saveiroR$ 52,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- ImóvelR$ 40,9 milOutros bens imóveis
- TerrenoR$ 22,1 milTerreno
- LoteR$ 22,1 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, João Currier declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,6 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Angelândia (MG) · PRD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.64169,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 71030,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Angelândia (MG), 2024
João Currier: R$ 8,05 por voto (mediana da disputa, R$ 16,8). O voto mais caro custou R$ 224; o mais barato, R$ 8,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriana Bassany PSBR$ 1,8 mil · 8 votosR$ 224
- Joao Do Lavajato PSBR$ 1,7 mil · 21 votosR$ 83,3
- Daniel Lavador PSBR$ 1,8 mil · 23 votosR$ 77,7
- Cleo Cabeleireiro PSBR$ 1,9 mil · 44 votosR$ 42,1
- Dona Julia PSBR$ 1,8 mil · 56 votosR$ 31,9
- Helio Aguiar PRDR$ 1,7 mil · 100 votosR$ 17,2
- Kelio Do Fanado PRDR$ 3,1 mil · 186 votosR$ 16,8
- Zé De Siviano PRDR$ 1,9 mil · 131 votosR$ 14,2
- Jó De Lado Calixto PLR$ 1,9 mil · 147 votosR$ 12,6
- Luciene Do Sindicato PRDR$ 2,1 mil · 183 votosR$ 11,6
- Carlim Do Batista PRDR$ 2,2 mil · 221 votosR$ 9,94
- João Currier PRDR$ 2,4 mil · 292 votosR$ 8,05
Votos por real
- 2024, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.