Apuração
Deputado estadual · 2006 · CIDADANIA

João Vítor

João Carlos Vítor Garcia · nasceu em 1948

João Vítor se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2006CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo CIDADANIA.

Dep. estadualPrefeitoPartidoCIDADANIA20042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 58 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    CIDADANIA 23222· centro
    suplente13.736 votos; 169º mais votado de 852 no estado
  2. 2004
    Prefeito · Juiz de Fora (MG)
    CIDADANIA 23· centro· na urna, João Vitor
    não eleito41.150 votos, 14,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, João Vítor teve 13.736 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 169º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 189 cidades. Juiz de Fora deu 83,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,6%.

13.736 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 13.736 votos.
  1. Juiz de Fora (MG)11.417 votos83,1%
  2. Matias Barbosa (MG)379 votos2,8%
  3. Belmiro Braga (MG)163 votos1,2%
  4. Ubá (MG)139 votos1%
  5. Rio Pomba (MG)106 votos0,8%
  6. Outras 174 cidades879 votos6,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, João Vítor declarou R$ 899,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 899,2 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 301.532 na declaração)

Declarou 5,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2006.

  • João VítorR$ 899,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 899,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Gleba 07 em Simão PereiraR$ 417,5 mil
    Bens rurais e animais
  2. Apartamento em Juiz de ForaR$ 124,2 mil
    Imóveis
  3. Casa no Estado do Rio de Janeiro/RJR$ 108,6 mil
    Imóveis
  4. Metade de Gleba de 16 alqueres em Belmiro Braga/MGR$ 75,9 mil
    Bens rurais e animais
  5. Automóvel Gol 2004R$ 73,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Automóvel MitsubishR$ 54,6 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. Gleba 08-J - Fazenda Palmira em Simão Pereira/MGR$ 29,8 mil
    Bens rurais e animais
  8. Linha Telefônica da Telerj/ RJR$ 6.209
    Outros
  9. Linhas Telefônicas da Telemig em Juiz de Fora/MGR$ 5.478
    Outros
  10. Uma Cota no Condominio Serra da OnçaR$ 3.104
    Empresas e participações
  11. 1000 Ações da Paskin S/AR$ 167
    Dinheiro e aplicações
  12. 500 Ações da Cemig S/AR$ 60
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, João Vítor declarou ao TSE R$ 912 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 639 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 638,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 638,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros candidatosTudo de Marcos V. Sant'Anna 2332-MgR$ 222,5 mil34,8%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 96,1 mil15%
  3. PartidoR$ 10 mil1,6%

Para onde foi

R$ 638,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 638,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços57 pessoas, não nomeadasR$ 98,8 mil15,5%
  2. OutrosR$ 61,5 mil9,6%
  3. InternetR$ 1.4830,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 22 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 150 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.