Joao Quirino
Joao Quirino de Souza · nasceu em 1961
Joao Quirino se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Joao Quirino declarou R$ 98,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 44,7 mil acima da inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.
- Joao QuirinoR$ 98,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Joao Quirino declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Mambaí (GO) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mambaí (GO), 2012
Mediana da disputa: R$ 14,6 por voto. Quem venceu, Klener, gastou R$ 7,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,4; o mais barato, R$ 7,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neonice MDBR$ 4,3 mil · 130 votosR$ 33,4
- Celso DEMR$ 4,3 mil · 172 votosR$ 25
- Nenen PLR$ 4,3 mil · 186 votosR$ 22,9
- Edson Vereador PSDR$ 5,3 mil · 247 votosR$ 21,5
- Louro Do Baru CIDADANIAR$ 2,4 mil · 125 votosR$ 19,4
- Natal PSCR$ 3,1 mil · 184 votosR$ 16,7
- Amos PSDBR$ 3,6 mil · 244 votosR$ 14,6
- Davi Da Vila PDTR$ 1,9 mil · 158 votosR$ 11,9
- Tiao Neto PSDR$ 1,5 mil · 153 votosR$ 9,49
- Agenor PDTR$ 1,8 mil · 198 votosR$ 8,86
- Edivaldo PSDR$ 1,6 mil · 200 votosR$ 7,93
- Klener MOBILIZAR$ 1,6 mil · 212 votosR$ 7,44
Votos por real
- 2012, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.