João Picanha
João Atadeu Pinheiro da Costa · nasceu em 1965
João Picanha se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PDT (2008), AGIR (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João Picanha declarou R$ 104,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 129,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- João PicanhaR$ 104,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um veículo da marca mitsubishi L200R$ 58,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veículo fiat unoR$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veículo fiat elbaR$ 11,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma motocicleta honda lxr 2001R$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto cg 125 titanR$ 4.062Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, João Picanha declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Franciscópolis (MG) · AGIR · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.72896,1%
- Outros candidatosR$ 2753,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.01071,5%
- Material impressoR$ 1.37619,7%
- ServiçosR$ 4866,9%
- EscritórioR$ 1311,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Franciscópolis (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 79 por voto. Quem venceu, Dezim Do Tatu, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 189; o mais barato, R$ 26,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pimpim DEMR$ 12 mil · 61 votosR$ 189
- Nado PTBR$ 14 mil · 75 votosR$ 182
- Gildasio Do Bananal PTR$ 8,5 mil · 72 votosR$ 118
- Siano Do Bananal PDTR$ 8,1 mil · 76 votosR$ 106
- Adriano Maia SOLIDARIEDADER$ 10 mil · 102 votosR$ 98,9
- Dila Carapina PDTR$ 13 mil · 135 votosR$ 92,9
- Juninho De Neu AGIRR$ 12 mil · 146 votosR$ 79
- Tó De Arlindo PSDBR$ 9 mil · 125 votosR$ 72,1
- Jó De Betinho PSDBR$ 8 mil · 146 votosR$ 54,8
- Leia Do Taxi PSDBR$ 8 mil · 154 votosR$ 51,7
- Ney De Vardino DEMR$ 9,8 mil · 240 votosR$ 41
- Dezim Do Tatu PDTR$ 8,1 mil · 307 votosR$ 26,3
Votos por real
- 2016, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.