João Morales
João José Arce Morales · nasceu em 1979
João Morales se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 4 partidos: PC do B (2012), PTB (2016), DEM (2020), UNIÃO (2022–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 44 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, João Morales teve 5.101 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 122º lugar entre 600 candidatos.
Recebeu votos em 101 cidades. Foz do Iguaçu deu 86,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, João Morales declarou R$ 822 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 138,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- João MoralesR$ 822
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, João Morales declarou ao TSE R$ 303 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 196 mil, 98% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Foz do Iguaçu (PR) · UNIÃO · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 26,7 mil59%
- Próprio bolsoR$ 18,6 mil41%
Para onde foi
- Material impressoR$ 21,2 mil46,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 10,9 mil24,1%
- InternetR$ 8.80419,4%
- ServiçosR$ 4.3759,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Foz do Iguaçu (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 63,9 por voto. Quem venceu, Paulo Debrito, gastou R$ 23 por voto. O voto mais caro custou R$ 281; o mais barato, R$ 23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bibiana Orsi PODER$ 150 mil · 534 votosR$ 281
- Eliseu Moura PSDR$ 86 mil · 553 votosR$ 155
- Marcio Rosa PLR$ 106 mil · 1.483 votosR$ 71,5
- Adriana Luiz PSDR$ 84 mil · 1.179 votosR$ 70,9
- Valentina PTR$ 142 mil · 2.050 votosR$ 69,1
- Edilio PLR$ 94 mil · 1.456 votosR$ 64,5
- Professora Luciana Moreira PTR$ 111 mil · 1.735 votosR$ 63,9
- Luiz Henrique PTR$ 94 mil · 1.790 votosR$ 52,5
- Evandro Ferreira PSDR$ 90 mil · 2.020 votosR$ 44,4
- Adnan El Sayed PSDR$ 108 mil · 3.149 votosR$ 34,2
- Adriano Rorato PLR$ 126 mil · 3.704 votosR$ 34
- Paulo Debrito PLR$ 82 mil · 3.556 votosR$ 23
Votos por real
- 2024, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2022, deputado federal: 26 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.