João Mateus
João Mateus Barboza · nasceu em 1958
João Mateus se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João Mateus declarou R$ 422,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 368,5 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- João MateusR$ 422,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, João Mateus declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Três Barras (SC) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Três Barras (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 79,7 por voto. Quem venceu, Carla Shimoguiri, gastou R$ 28,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 424; o mais barato, R$ 28,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jackson CIDADANIAR$ 15 mil · 35 votosR$ 424
- Daniel Da Cruz PLR$ 17 mil · 149 votosR$ 112
- Buzina CIDADANIAR$ 12 mil · 110 votosR$ 108
- Edith De Souza PSLR$ 14 mil · 158 votosR$ 90,2
- Reinaldo Mantio PLR$ 14 mil · 163 votosR$ 87,3
- Enfermeira Maria Emilia PSLR$ 7,3 mil · 84 votosR$ 86,9
- Ernani Jr PSLR$ 38 mil · 481 votosR$ 79,7
- Marquinho PLR$ 16 mil · 237 votosR$ 68,9
- Amaral PLR$ 11 mil · 232 votosR$ 46,1
- Chicão PTBR$ 9,4 mil · 233 votosR$ 40,3
- Zé Alfredo Maciel PLR$ 8,9 mil · 233 votosR$ 38,3
- Carla Shimoguiri PTBR$ 10 mil · 357 votosR$ 28,8
Votos por real
- 2020, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.