João Luis de Almeida
nasceu em 1973
João Luis de Almeida se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João Luis de Almeida declarou R$ 143,6 mil em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 13,7 mil acima da inflação.
Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- João Luis de AlmeidaR$ 143,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, João Luis de Almeida declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 672.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Brazópolis (MG) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Brazópolis (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 2,21 por voto. Quem venceu, Adriano Simões, gastou R$ 0,71 por voto. O voto mais caro custou R$ 19,1; o mais barato, R$ 0,71.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlos Enfermeiro PTR$ 3,7 mil · 195 votosR$ 19,1
- Benedito Bentao DEMR$ 422 · 41 votosR$ 10,3
- Abelardo Vergueiro PSDR$ 478 · 70 votosR$ 6,83
- Gervásio Bolê PSDR$ 801 · 123 votosR$ 6,51
- Turkinho PPR$ 546 · 93 votosR$ 5,87
- Quinha Gomes PSDR$ 764 · 268 votosR$ 2,85
- Altamir PPR$ 467 · 211 votosR$ 2,21
- Sergio Pelegrino PPR$ 1,1 mil · 549 votosR$ 1,93
- Dilsinho PSDR$ 1,1 mil · 576 votosR$ 1,87
- Waguinho Pereira PSDR$ 443 · 334 votosR$ 1,33
- Gessé Souza PPR$ 408 · 551 votosR$ 0,74
- Adriano Simões PPR$ 386 · 543 votosR$ 0,71
Votos por real
- 2016, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.