João Ilário
Joao Ilario Batista Chagas · nasceu em 1962
João Ilário se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulMDB 15600· centro· na urna, João Ilariosuplente11.914 votos; 145º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, João Ilário teve 11.914 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 145º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 154 cidades. São Luiz Gonzaga deu 14,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, João Ilário declarou R$ 499,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 216,5 mil acima da inflação.
Declarou 5,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- João IlárioR$ 499,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, João Ilário declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 55 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · São Luiz Gonzaga (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.84862,6%
- Próprio bolsoR$ 3.49837,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.76972,4%
- Material impressoR$ 2.13422,8%
- ServiçosR$ 4444,8%
Quanto custou cada voto: vereador, São Luiz Gonzaga (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 33,5 por voto. Quem venceu, José Antonio C. Braga, gastou R$ 19,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,4; o mais barato, R$ 19,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria De Lourdes PPR$ 54 mil · 570 votosR$ 94,4
- Chico Terra PTR$ 19 mil · 209 votosR$ 90,1
- Celene Terra PTR$ 14 mil · 222 votosR$ 61,3
- Carina Cassol PDTR$ 21 mil · 486 votosR$ 43,5
- Enderson PDTR$ 19 mil · 499 votosR$ 38,9
- Xuxu PTR$ 17 mil · 457 votosR$ 36,7
- Atanasio PTR$ 13 mil · 379 votosR$ 33,5
- Sidney Brondani PPR$ 24 mil · 845 votosR$ 28,7
- Chiquinho Lourenço PDTR$ 17 mil · 618 votosR$ 27,9
- Veiga PSDBR$ 16 mil · 574 votosR$ 27,8
- Fraguinha PPR$ 22 mil · 848 votosR$ 25,6
- José Antonio C. Braga PPR$ 17 mil · 898 votosR$ 19,3
Votos por real
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 191 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 166 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 219 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.