João Filho
João José de Abreu Filho · nasceu em 1964
João Filho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: PDT (2008), PSD (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João Filho declarou R$ 689,5 mil em bens, em reais de hoje: 64 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 473,8 mil acima da inflação.
Declarou 64 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- João FilhoR$ 689,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Rua Antilhon Ribeiro SoaresR$ 387,8 milApartamento
- Residência em Parnaíba-PiR$ 129,3 milCasa
- Pick-Up FORDR$ 100,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Toyota BandeiranteR$ 43,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- FIAT Palio, ano 2009R$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, João Filho declarou ao TSE R$ 139 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 78 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Monsenhor Gil (PI) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4.24665,8%
- Próprio bolsoR$ 2.12332,9%
- Outros candidatosR$ 851,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monsenhor Gil (PI), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,4 por voto. Quem venceu, Maylson Da Baixa Grande, gastou R$ 4,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,6; o mais barato, R$ 4,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jesus Celestino PC do BR$ 2,4 mil · 32 votosR$ 73,6
- Luciana Das Gêmeas PC do BR$ 9,4 mil · 132 votosR$ 71,3
- Cleidson Paiva Pabim PC do BR$ 10 mil · 171 votosR$ 60,7
- Welington Sousa DEMR$ 2,5 mil · 57 votosR$ 44,7
- Gonçala Abreu PSDR$ 3,2 mil · 85 votosR$ 37,1
- Jairo Abreu PC do BR$ 2,4 mil · 84 votosR$ 28,1
- Eder Carvalho PSDR$ 6,8 mil · 332 votosR$ 20,4
- Gislane Araujo PODER$ 3,8 mil · 260 votosR$ 14,4
- Jardyel Abreu Dada PSDR$ 3,5 mil · 276 votosR$ 12,7
- Flavio Henrique PTBR$ 4 mil · 390 votosR$ 10,4
- Eliane Moura PTBR$ 2,5 mil · 431 votosR$ 5,79
- Maylson Da Baixa Grande PTBR$ 2,6 mil · 571 votosR$ 4,51
Votos por real
- 2020, vereador: 173 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 5,5 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.