João Ferreira
João Francisco Ferreira · nasceu em 1963
João Ferreira se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), PC do B (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João Ferreira declarou R$ 12,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 28,3 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 17% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- João FerreiraR$ 12,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, João Ferreira declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rio dos Índios (RS) · PC do B · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 77864,7%
- Próprio bolsoR$ 42535,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 71859,6%
- OutrosR$ 17014,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1139,4%
- TransporteR$ 998,2%
- ServiçosR$ 756,2%
- EscritórioR$ 282,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio dos Índios (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 29,5 por voto. Quem venceu, Aldir Mulineth, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 226; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Giseli Padilha PTR$ 1,8 mil · 8 votosR$ 226
- Jéssica De Araujo PTR$ 3,7 mil · 55 votosR$ 67,9
- Adenilso Batistel PTR$ 1,8 mil · 47 votosR$ 38
- Joao Malacarne (Juda) PTR$ 1,5 mil · 47 votosR$ 31,9
- Sirlei Czarnobay PDTR$ 1,9 mil · 64 votosR$ 30,1
- Gene PPR$ 3,8 mil · 128 votosR$ 29,9
- Adilio Mulinetti PTR$ 1,5 mil · 51 votosR$ 29,5
- Eliane Civa PPR$ 2,5 mil · 90 votosR$ 27,5
- Emerson Lorenzi PTR$ 1,9 mil · 82 votosR$ 23,5
- Professora Naura PTR$ 2,2 mil · 118 votosR$ 18,9
- Laurindo Bilini PTR$ 1,5 mil · 136 votosR$ 11,1
- Aldir Mulineth PPR$ 1,4 mil · 130 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2020, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 80 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.