João do Olegário
João Batista Soares · nasceu em 1953
João do Olegário se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2012), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004Vice-prefeito · Luiziânia (SP)PTB 14· centro-direita· na urna, João do OlegarioNa chapa de Nivaldochapa eleita1.554 votos da chapa, 51,4%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João do Olegário declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 44 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 780,9 mil acima da inflação.
Declarou 44 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- João do OlegárioR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Propriedade ruralR$ 389,9 milOutros bens imóveis rural
- Imóvel na avenida guaná 231R$ 324,9 milCasa
- Trator 295 2015R$ 208 milOutros bens móveis
- Conjunto de irrigaçãoR$ 81,2 milOutros bens móveis
- Camionete ranger 2001/2001R$ 43,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, João do Olegário declarou ao TSE R$ 217 em receitas, em reais de hoje.
2012 · Vereador · Luiziânia (SP) · PTB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Luiziânia (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 2,89 por voto. Quem venceu, Cida Deolindo, gastou R$ 0,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,6; o mais barato, R$ 0,74.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Roberto Gabriel PVR$ 4,1 mil · 119 votosR$ 34,6
- Pastor Ademar Lisboa PSDBR$ 1,1 mil · 52 votosR$ 21,7
- Neguinho Caetano PVR$ 217 · 37 votosR$ 5,85
- Dalvinho PTR$ 271 · 51 votosR$ 5,31
- Olavo PSDBR$ 1 mil · 249 votosR$ 4,18
- Preta Richard PSDR$ 217 · 75 votosR$ 2,89
- Professor Fernando PTR$ 271 · 97 votosR$ 2,79
- Abadia PVR$ 217 · 82 votosR$ 2,64
- Chiquinho Candoia PSDR$ 217 · 266 votosR$ 0,81
- Alfredo PVR$ 217 · 266 votosR$ 0,81
- Cida Deolindo PSDBR$ 217 · 293 votosR$ 0,74
Votos por real
- 2012, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.