Apuração
Deputado estadual · 2014 · PC do B

João do Cipó

João Batista de Souza Porto · nasceu em 1965

João do Cipó disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PC do B: suplente.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,59← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPC do B2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 49 anos, ensino médio, artesão, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PC do B 65888· esquerda
    suplente424 votos; 659º mais votado de 1.055 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, João do Cipó teve 424 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 659º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 42 cidades. Almenara deu 50,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,6%.

424 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 424 votos.
  1. Almenara (MG)215 votos50,7%
  2. Santa Maria do Salto (MG)42 votos9,9%
  3. Santo Antônio do Jacinto (MG)24 votos5,7%
  4. Padre Paraíso (MG)17 votos4%
  5. Jacinto (MG)15 votos3,5%
  6. Outras 27 cidades44 votos10,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, João do Cipó declarou R$ 11,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 11,6 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 6.000 na declaração)

Declarou 8% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • João do CipóR$ 11,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 11,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, João do Cipó declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 6.960
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.960.
  1. Próprio bolsoR$ 4.03257,9%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.70924,6%
  3. PartidoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Mg Unico PtR$ 89512,9%
  4. Outros candidatosR$ 3234,6%

Para onde foi

R$ 2.928
O maior gasto foi com escritório: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.928. Toque numa parte para abrir.
  1. Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 1.70958,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 145 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.