João de Valdivino
João Evangelista do Vale · nasceu em 1966
João de Valdivino se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2012), MOBILIZA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João de Valdivino declarou R$ 552,4 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 417,6 mil acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- João de ValdivinoR$ 552,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Propriedade 22 hecR$ 243,7 milTerra nua
- Rua vicente vieiraR$ 162,5 milCasa
- Propriedade 3 hecR$ 81,2 milTerra nua
- S-10 2002R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Gol 2010R$ 28,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Biz 2005R$ 4.062Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, João de Valdivino declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Urucuia (MG) · MOBILIZA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.39951,5%
- Próprio bolsoR$ 2.59139,2%
- Outros candidatosR$ 4536,9%
- PartidoR$ 1622,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.69471,1%
- ServiçosR$ 1.29519,6%
- Material impressoR$ 4536,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1622,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Urucuia (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 74,8 por voto. Quem venceu, Nilsinho, gastou R$ 44,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 182; o mais barato, R$ 44,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Junior De Osvaldo Porto DEMR$ 8,4 mil · 46 votosR$ 182
- Ronan Silva MDBR$ 8,3 mil · 48 votosR$ 173
- Gisele De Jorjão MOBILIZAR$ 10 mil · 65 votosR$ 156
- Helton Da Farmacia PTBR$ 8,4 mil · 71 votosR$ 119
- Vagner Cordeiro PTBR$ 7,3 mil · 66 votosR$ 111
- Suely Garapinha MOBILIZAR$ 9,1 mil · 82 votosR$ 110
- Cleuber MOBILIZAR$ 7,4 mil · 99 votosR$ 74,8
- Alminda Do Bonito PSCR$ 11 mil · 156 votosR$ 71,5
- Silvão PTBR$ 10 mil · 166 votosR$ 61,3
- Gleison SOLIDARIEDADER$ 8,2 mil · 145 votosR$ 56,4
- Tim Do Café MOBILIZAR$ 8,9 mil · 193 votosR$ 46,3
- Nilsinho SOLIDARIEDADER$ 8,3 mil · 187 votosR$ 44,4
Votos por real
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.