João da Marta
Joao Carlos Sellmer · nasceu em 1954
João da Marta se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 4 partidos: PSB (2008), AVANTE (2012), MDB (2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João da Marta declarou R$ 90,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- João da MartaR$ 90,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 01 veículo carreta caminhão c. abertaR$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 veículo car/caminhão fechadoR$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 veículo PAS microonibusR$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 PAS/OnibusR$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caixa economica federalR$ 8.762Outros créditos e poupança vinculada
- 01 veículo carreta reboque c. abertaR$ 2.155Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caixa economica federalR$ 431Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, João da Marta declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Morretes (PR) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Morretes (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,5 por voto. Quem venceu, Luciane Marajá, gastou R$ 7,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.537; o mais barato, R$ 7,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Katiagueldini REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 1 votosR$ 3.537
- Arilda REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 15 votosR$ 236
- Lilian Gnatta PSBR$ 12 mil · 93 votosR$ 129
- Aurelio Savi PLR$ 17 mil · 129 votosR$ 129
- Solange Pinheiro REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 43 votosR$ 82,3
- Pastor Deimeval PSCR$ 24 mil · 460 votosR$ 52,3
- Fabi REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 124 votosR$ 28,5
- Fabiano Cit PSBR$ 4,2 mil · 186 votosR$ 22,8
- Airton Tomazi PODER$ 3,2 mil · 252 votosR$ 12,7
- Marcela Da Saúde PSCR$ 3,8 mil · 335 votosR$ 11,4
- Professora Flavia PTR$ 2,5 mil · 297 votosR$ 8,58
- Luciane Marajá PODER$ 3,2 mil · 418 votosR$ 7,57
Votos por real
- 2016, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.