João da Gorete
João Francisco Mendes Medrado · nasceu em 1974
João da Gorete se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João da Gorete declarou R$ 86,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2016.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- João da GoreteR$ 86,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, João da Gorete declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Currais (PI) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.81757,7%
- PessoasR$ 64820,6%
- Outros candidatosR$ 35311,2%
- PartidoR$ 33410,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.14336,3%
- TransporteR$ 1.02332,5%
- Material impressoR$ 93329,6%
- EscritórioR$ 471,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Currais (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 53,9 por voto. Quem venceu, Raimundo Pifana, gastou R$ 25,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 954; o mais barato, R$ 25,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Firmiano PATRIOTAR$ 4,8 mil · 5 votosR$ 954
- Luiz Lobo PSDBR$ 12 mil · 18 votosR$ 646
- Julson Marcos DEMR$ 13 mil · 57 votosR$ 230
- Maninho Celular MDBR$ 9 mil · 51 votosR$ 177
- Ana Claudio PLR$ 5,9 mil · 44 votosR$ 134
- Valdemar Oliveira PATRIOTAR$ 11 mil · 121 votosR$ 88,3
- Preto PATRIOTAR$ 8,5 mil · 157 votosR$ 53,9
- Junior REPUBLICANOSR$ 6,4 mil · 133 votosR$ 48,3
- Geomario PPLR$ 5,7 mil · 158 votosR$ 35,9
- Betronio REPUBLICANOSR$ 6,1 mil · 210 votosR$ 29,1
- Gildemar Da Loza PLR$ 5,1 mil · 194 votosR$ 26,2
- Raimundo Pifana PPR$ 6,7 mil · 260 votosR$ 25,6
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.