João da Cachimbo
João Ribeiro dos Reis · nasceu em 1952
João da Cachimbo se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 56 anos, até o fundamental, gerente. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, João da Cachimbo declarou R$ 281,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- João da CachimboR$ 281,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Aquisição lote rural n° 199 com area de 23R$ 129,4 milBens rurais e animais
- Veiculo ford/fiesta flexR$ 94,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Uma chacara RS lote 4 loc. no municipio de carlinda com…R$ 53,9 milImóveis
- Conta corrente no banco do brasil em 31/12/2007R$ 3.635Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, João da Cachimbo declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Carlinda (MT) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 84188,7%
- Outros candidatosR$ 10711,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 84188,7%
- OutrosR$ 10711,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Carlinda (MT), 2008
Mediana da disputa: R$ 14,4 por voto. Quem venceu, Adalmir Piovesan, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 154; o mais barato, R$ 7,54.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Luiz Da Funeraria PLR$ 3,7 mil · 24 votosR$ 154
- Dora De Souza PPR$ 2,4 mil · 112 votosR$ 21,5
- Agnaldo PDTR$ 1,5 mil · 73 votosR$ 20,5
- Elias Dos Santos PSDBR$ 2,5 mil · 129 votosR$ 19,7
- Chiquinho PTR$ 3,1 mil · 187 votosR$ 16,6
- Zé Mendonça PVR$ 3,2 mil · 222 votosR$ 14,4
- Carlos Japones PTBR$ 1,6 mil · 138 votosR$ 11,2
- Antonio Lindolfo Da Silva PVR$ 1,3 mil · 123 votosR$ 10,8
- Adalmir Piovesan MDBR$ 2,3 mil · 217 votosR$ 10,6
- Cosmo Da 13 PLR$ 1,3 mil · 128 votosR$ 10,5
- Gilberto PTR$ 1,4 mil · 186 votosR$ 7,54
Votos por real
- 2008, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.