João da Água
João Batista Marciano · nasceu em 1955
João da Água se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2012), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João da Água declarou R$ 71,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 35,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- João da ÁguaR$ 71,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, João da Água declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Perdões (MG) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 49975,5%
- Próprio bolsoR$ 16224,5%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 48674,4%
- Material impressoTudo de Arw Editora Grafica Eireli - MeR$ 15423,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 132%
Quanto custou cada voto: vereador, Perdões (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,2 por voto. Quem venceu, Prof. Helton, gastou R$ 7,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,4; o mais barato, R$ 7,04.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dulce Advogada PHSR$ 11 mil · 128 votosR$ 85,4
- Silvinho Adoulfo MDBR$ 5,6 mil · 92 votosR$ 60,5
- Ana Nery PDTR$ 5,3 mil · 128 votosR$ 41,8
- Liliane Professora MDBR$ 8,1 mil · 239 votosR$ 33,9
- Haraíve Simões PPR$ 6,7 mil · 233 votosR$ 28,7
- Johnny Do Custodinho PHSR$ 8,4 mil · 303 votosR$ 27,9
- Anderson Ratinho PSDR$ 15 mil · 534 votosR$ 27,2
- Fernando Amintas AGIRR$ 5,4 mil · 322 votosR$ 16,7
- Marcos Vereador PLR$ 7,9 mil · 508 votosR$ 15,5
- Sandro Da Dengue PDTR$ 5,5 mil · 364 votosR$ 15,2
- Wagão PSLR$ 14 mil · 916 votosR$ 14,9
- Prof. Helton CIDADANIAR$ 7,9 mil · 1.127 votosR$ 7,04
Votos por real
- 2016, vereador: 377 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.