João Corró
Joao Fernandes Passos · nasceu em 1970
João Corró se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, João Corró declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.
- João CorróR$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, João Corró declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Vereador · Barro Alto (GO) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 24,4 mil97,8%
- PartidoR$ 5572,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 24,3 mil97%
- Material impressoR$ 5572,2%
- EscritórioR$ 1950,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Barro Alto (GO), 2012
Mediana da disputa: R$ 125 por voto. Quem venceu, Junior Do Tito, gastou R$ 69,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 516; o mais barato, R$ 69,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Chico Bombeiro PSDBR$ 32 mil · 62 votosR$ 516
- Ercy Mendes REPUBLICANOSR$ 29 mil · 75 votosR$ 390
- Dimazim REPUBLICANOSR$ 28 mil · 86 votosR$ 321
- Bebé DEMR$ 28 mil · 154 votosR$ 179
- Josa DEMR$ 28 mil · 222 votosR$ 125
- Simone PPR$ 28 mil · 255 votosR$ 109
- Sargento Avenilton DEMR$ 30 mil · 307 votosR$ 99
- Elismar PRTBR$ 31 mil · 370 votosR$ 84,5
- Junior Do Tito PSDBR$ 28 mil · 397 votosR$ 69,6
Votos por real
- 2012, vereador: 9 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.