Joao Carlos Loeff
nasceu em 1972
Joao Carlos Loeff se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Joao Carlos Loeff declarou R$ 422,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 244 mil acima da inflação.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Joao Carlos LoeffR$ 422,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Joao Carlos Loeff declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Não-Me-Toque (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.81376,8%
- PessoasR$ 85023,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.61944,2%
- Material impressoR$ 1.28235%
- EscritórioR$ 43711,9%
- ServiçosR$ 3248,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Não-Me-Toque (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 31,1 por voto. Quem venceu, Beto Fritzen, gastou R$ 6,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 6,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Mara PPR$ 15 mil · 91 votosR$ 164
- Paulinha PPR$ 15 mil · 279 votosR$ 55,4
- Maiquel Negao PTBR$ 32 mil · 616 votosR$ 51,2
- Nara Adams PTR$ 16 mil · 309 votosR$ 50,6
- Everaldo PDTR$ 20 mil · 401 votosR$ 49,2
- Diego Maurer PPR$ 8,8 mil · 230 votosR$ 38,1
- Kraus - Claudio Trentin PPR$ 9,7 mil · 310 votosR$ 31,1
- Neca Trennepohl PPR$ 16 mil · 569 votosR$ 28,7
- Charles Morais - Locutor PPR$ 13 mil · 604 votosR$ 20,9
- Paulão Da Ambulancia PPR$ 13 mil · 678 votosR$ 19,1
- Betão MDBR$ 11 mil · 655 votosR$ 17,5
- Beto Fritzen MDBR$ 6,5 mil · 1.013 votosR$ 6,44
Votos por real
- 2016, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.