João Carlos de Godoy
nasceu em 1973
João Carlos de Godoy se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2012 e 2020.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João Carlos de Godoy declarou R$ 280,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 99 mil acima da inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- João Carlos de GodoyR$ 280,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, João Carlos de Godoy declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Belmonte (SC) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.12361,7%
- Próprio bolsoR$ 1.31838,3%
Para onde foi
- TransporteTudo de Abastecedora Irmaos Sigolin LtdaR$ 1.09182,8%
- Material impressoTudo de Arcus Industria Grafica LtdaR$ 22617,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Belmonte (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,7 por voto. Quem venceu, Toco, gastou R$ 14,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 14,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cinara Dall Agnol PSDR$ 1,8 mil · 13 votosR$ 139
- Sergio Padilha PSDR$ 1,8 mil · 20 votosR$ 88,2
- Sonia Morosini PSDR$ 1,8 mil · 22 votosR$ 82,1
- Tutchi Frozza PSDR$ 1,8 mil · 31 votosR$ 56,9
- Profe Jane Piaseski PSDR$ 2,1 mil · 44 votosR$ 48,8
- Lucia Decol PTR$ 1,7 mil · 42 votosR$ 39,9
- Carlinhos Revers PSDR$ 1,8 mil · 48 votosR$ 36,7
- Vandinho Garbim PSDR$ 2,4 mil · 111 votosR$ 21,8
- Marli Bernardi PSDR$ 1,8 mil · 85 votosR$ 21,3
- Netchão PSDR$ 1,8 mil · 83 votosR$ 21,2
- Cleber Pisoni PSDR$ 1,8 mil · 104 votosR$ 17
- Toco PSDR$ 2 mil · 137 votosR$ 14,7
Votos por real
- 2020, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.