Apuração
Deputado estadual · 2014 · PRP

Joao Carlos Amaral

Joao Carlos Rodrigues Amaral · nasceu em 1953

Joao Carlos Amaral disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PRP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,49← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPRP2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 61 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PRP 44200· direita
    suplente1.201 votos; 412º mais votado de 1.055 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Joao Carlos Amaral teve 1.201 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 412º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 80 cidades. Barbacena deu 37,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,9%.

1.201 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.201 votos.
  1. Barbacena (MG)444 votos37%
  2. Belo Horizonte (MG)390 votos32,5%
  3. Juiz de Fora (MG)56 votos4,7%
  4. Descoberto (MG)30 votos2,5%
  5. Desterro do Melo (MG)28 votos2,3%
  6. Outras 65 cidades145 votos12,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Joao Carlos Amaral declarou R$ 329,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 329,7 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 170.000 na declaração)

Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • Joao Carlos AmaralR$ 329,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 329,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Joao Carlos Amaral declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · PRP · suplente

De onde veio

R$ 22 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 22 mil
O maior gasto foi com material impresso: 93% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22 mil.
  1. Material impressoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Mg Unico Pt Do BR$ 20,5 mil93%
  2. Rádio, TV e vídeoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Mg Unico Pt Do BR$ 1.5367%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 54 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.