João Bosco Repórter
João Bosco Martins · nasceu em 1950
João Bosco Repórter se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PDT (2002), AGIR (2010), PHS (2016), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 74 anos, ensino médio, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisAGIR 36177· centro-direita· na urna, João Bosco Reportersuplente1.641 votos; 394º mais votado de 942 no estado
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPDT 12789· centro-esquerda· na urna, João Bosco Martinssuplente1.918 votos; 346º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, João Bosco Repórter teve 1.641 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 394º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 65 cidades. Belo Horizonte deu 62,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,9%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, João Bosco Repórter declarou R$ 222,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2010 e 2024, o total caiu R$ 746,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- João Bosco RepórterR$ 222,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, João Bosco Repórter declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 9,1 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 3.14450,5%
- Próprio bolsoR$ 2.28036,6%
- Fundo partidárioR$ 80112,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.39461,2%
- ServiçosR$ 88638,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 77,6 por voto. Quem venceu, Professora Marli, gastou R$ 33,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.220; o mais barato, R$ 33,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juliana Gallindo PLR$ 634 mil · 520 votosR$ 1.220
- Dimi PTR$ 703 mil · 1.510 votosR$ 466
- Marilda Portela PLR$ 939 mil · 6.279 votosR$ 149
- Dr Cristian Aquino PODER$ 963 mil · 6.828 votosR$ 141
- Preto UNIÃOR$ 558 mil · 5.599 votosR$ 99,6
- Breno Nolasco Ong Oportunidade PODER$ 621 mil · 7.231 votosR$ 85,8
- Janaina Cardoso UNIÃOR$ 601 mil · 7.740 votosR$ 77,6
- Claudio Do Mundo Novo PLR$ 619 mil · 8.261 votosR$ 75
- Edmar Branco PC do BR$ 655 mil · 9.813 votosR$ 66,8
- Wanderley Porto PRDR$ 569 mil · 9.261 votosR$ 61,4
- Professor Juliano Lopes PODER$ 568 mil · 9.328 votosR$ 60,9
- Professora Marli PPR$ 794 mil · 23.773 votosR$ 33,4
Votos por real
- 2024, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 311 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 213 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.