Apuração
Prefeito · 2016 · REPUBLICANOS

Joao Bosco Alves Gaia

nasceu em 1960

Joao Bosco Alves Gaia se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012AGIR2016REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: AGIR (2012), REPUBLICANOS (2016).

PrefeitoVereadorPartidoAGIRREPUBLICANOS201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Campos Altos (MG)
    REPUBLICANOS 10· direita
    não eleito142 votos, 1,9%
  2. 2012
    Vereador · Campos Altos (MG)
    AGIR 36666· direita· na urna, Joao Bosco
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Joao Bosco Alves Gaia declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 200,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 40,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.000 na declaração)

Declarou 9% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.

  • Joao Bosco Alves GaiaR$ 40,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 40,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Joao Bosco Alves Gaia declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Campos Altos (MG) · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 6.498
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 6.498
O maior gasto foi com material impresso: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.498.
  1. Material impressoR$ 3.14148,3%
  2. PessoalR$ 2.16433,3%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 65010%
  4. TransporteR$ 4557%
  5. EscritórioR$ 891,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Campos Altos (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 36,1 por voto. Quem venceu, Ana Flavia Escritorio Do Eli, gastou R$ 21,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 21,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 6 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.