João Borracha
João Justi Filho · nasceu em 1952
João Borracha se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2012), PSD (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João Borracha declarou R$ 11,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 159,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 67% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- João BorrachaR$ 11,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, João Borracha declarou ao TSE R$ 860 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 552.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Regente Feijó (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 16252,6%
- Outros candidatosR$ 14647,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 16252,6%
- Material impressoR$ 14647,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Regente Feijó (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 7,34 por voto. Quem venceu, Marcão, gastou R$ 2,49 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,6; o mais barato, R$ 2,49.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Manoel Protético PSDBR$ 2,8 mil · 33 votosR$ 84,6
- Aloisio Silva DEMR$ 1,6 mil · 54 votosR$ 30,3
- Tito PSDR$ 1,3 mil · 135 votosR$ 9,72
- Guilherme Rocha PDTR$ 8,8 mil · 932 votosR$ 9,48
- Tarcisio Sanches PTBR$ 1,3 mil · 142 votosR$ 8,93
- Tonão PDTR$ 3,3 mil · 451 votosR$ 7,42
- Sueli Da Saúde PSDR$ 1,3 mil · 182 votosR$ 7,34
- Alcidão O Amigo De Sempre PSDBR$ 1,4 mil · 246 votosR$ 5,59
- Ferrari PTBR$ 2,6 mil · 489 votosR$ 5,35
- Ceolin Do Transporte Escolar PSDR$ 2,4 mil · 543 votosR$ 4,49
- Ceará PSDBR$ 1,5 mil · 431 votosR$ 3,53
- Marcão PSDR$ 2,4 mil · 960 votosR$ 2,49
Votos por real
- 2016, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.