João Borges
João Borges de Amorim · nasceu em 1957
João Borges se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2004Vereador · Presidente Olegário (MG)PT 13111· centro-esquerda· na urna, João do Bemgesuplente274 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João Borges declarou R$ 246,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.
- João BorgesR$ 246,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 33 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, João Borges declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 7,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Dueré (TO) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.86841,1%
- PessoasR$ 1.65936,5%
- Fundo eleitoralR$ 60113,2%
- Outros candidatosR$ 4199,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.27450,2%
- TransporteR$ 1.23848,8%
- EscritórioR$ 240,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Dueré (TO), 2020
Mediana da disputa: R$ 26,4 por voto. Quem venceu, Silva Da Vila, gastou R$ 19,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 400; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marly Leal PPR$ 6,4 mil · 16 votosR$ 400
- Geneudo Alencar PPR$ 7,1 mil · 105 votosR$ 67,5
- Emilio Moreira PPR$ 3,4 mil · 83 votosR$ 40,8
- Valdelice Galvão PPR$ 2,8 mil · 82 votosR$ 34,5
- Lucidalva Souza PSCR$ 3,5 mil · 111 votosR$ 31,7
- Delmiro Nunes PSBR$ 3,5 mil · 123 votosR$ 28,2
- Valdi Do Esporte PSBR$ 3,1 mil · 118 votosR$ 26,4
- Vera Leal PSDR$ 5,4 mil · 214 votosR$ 25,4
- Luvanor PSDR$ 2,8 mil · 120 votosR$ 23,6
- Raullison Marinho PSCR$ 3,5 mil · 160 votosR$ 21,7
- Wagner Do Raio X PPR$ 4,4 mil · 221 votosR$ 19,8
- Silva Da Vila PTR$ 3,4 mil · 180 votosR$ 19,1
Votos por real
- 2020, vereador: 6,7 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.