Apuração
Vereador · 2012 · PTB

João Alves

João Roberto Alves de Lima · nasceu em 1955

João Alves se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PTB2012PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PTB (2008–2012).

VereadorPartidoPSDBPTB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Cafelândia (SP)
    PTB 14144· centro-direita
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Cafelândia (SP)
    PTB 14444· centro-direita· na urna, Joao Alves
    suplente163 votos
  3. 2004
    Vereador · Cafelândia (SP)
    PSDB 45650· centro-direita· na urna, Joao Alves
    suplente192 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, João Alves declarou R$ 153,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 153,4 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 70.000 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • João AlvesR$ 153,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 153,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, João Alves declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Cafelândia (SP) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 1.607
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.607.
  1. PessoasR$ 97560,6%
  2. Outros candidatosR$ 52432,6%
  3. Próprio bolsoR$ 1086,7%

Para onde foi

R$ 1.607
O maior gasto foi com transporte: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.607.
  1. TransporteR$ 97560,6%
  2. Material impressoR$ 52432,6%
  3. OutrosR$ 613,8%
  4. EscritórioR$ 483%

Quanto custou cada voto: vereador, Cafelândia (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 32,3 por voto. Quem venceu, Zé Avante, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 357; o mais barato, R$ 10,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Caco Teixeira MDBR$ 15 mil · 41 votosR$ 357
  • Dr. Catia Munhoz PSCR$ 6,6 mil · 56 votosR$ 118
  • Mauro Caputti PPR$ 5,1 mil · 62 votosR$ 82,3
  • Marlene Lanza CIDADANIAR$ 4 mil · 68 votosR$ 59,1
  • Milton Perucci PTR$ 12 mil · 365 votosR$ 33
  • Helinho Rodrigues PSDR$ 8 mil · 249 votosR$ 32,3
  • Mario Psicologo PLR$ 6,1 mil · 343 votosR$ 17,7
  • Adriano Mazoni PTBR$ 4,3 mil · 290 votosR$ 14,9
  • Paulo Jp PDTR$ 6 mil · 507 votosR$ 11,7
  • Zé Avante PTBR$ 3,3 mil · 302 votosR$ 10,8

Votos por real

  • 2012, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.