João Alcides
João Alcides Reis de Freitas · nasceu em 1962
João Alcides se candidatou em 5 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: AGIR (2010–2014), MOBILIZA (2016), PATRIOTA (2018), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · BahiaPATRIOTA 5115· direita· na urna, Joao Alcidesnão eleito451 votos; 309º mais votado de 447 no estado
- 2016
- 2014
- 2010Deputado federal · BahiaAGIR 3600· centro-direita· na urna, Joao Alciadessuplente2.019 votos; 131º mais votado de 243 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, João Alcides teve 451 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 309º lugar entre 447 candidatos.
Recebeu votos em 79 cidades. Eunápolis deu 53,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,9%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, João Alcides declarou R$ 19,4 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a deputado federal na Bahia em 2014.
- João AlcidesR$ 19,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 95 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, João Alcides declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Eunápolis (BA) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Eunápolis (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 37,4 por voto. Quem venceu, Pedro Queiroz, gastou R$ 13,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 9.098; o mais barato, R$ 13,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tia Nubinha PPR$ 64 mil · 7 votosR$ 9.098
- Jacira PPR$ 64 mil · 48 votosR$ 1.327
- Bruno Do Trigo PSLR$ 54 mil · 123 votosR$ 437
- Geane Psicanalista PPR$ 64 mil · 240 votosR$ 265
- Francis AGIRR$ 57 mil · 869 votosR$ 65,1
- Saullo Cardoso PSCR$ 19 mil · 388 votosR$ 48,2
- Ado Henrique PSCR$ 14 mil · 375 votosR$ 37,4
- Miris Lisboa PDTR$ 14 mil · 558 votosR$ 24,7
- Jorge Maécio PPR$ 29 mil · 1.175 votosR$ 24,4
- Arthur Dapé DEMR$ 13 mil · 848 votosR$ 15,9
- Carmem PSDR$ 20 mil · 1.360 votosR$ 14,8
- Pedro Queiroz SOLIDARIEDADER$ 14 mil · 1.029 votosR$ 13,3
Votos por real
- 2018, deputado federal: 451 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 148 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 169 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.