João
João Carlos Garcia · nasceu em 1955
João se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2008–2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João declarou R$ 73,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 6.026 acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- JoãoR$ 73,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, João declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Petrolândia (SC) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.29547,7%
- Material impressoR$ 75527,8%
- TransporteR$ 66524,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Petrolândia (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,4 por voto. Quem venceu, Déio, gastou R$ 7,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,8; o mais barato, R$ 7,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zenita Bunn MDBR$ 5 mil · 89 votosR$ 55,8
- Alan Cunha MDBR$ 6,3 mil · 138 votosR$ 45,7
- Gilmar Schappo PTR$ 5,5 mil · 133 votosR$ 41,6
- Márcia Bôss Vanroo MDBR$ 5,8 mil · 162 votosR$ 35,5
- Bia PSDBR$ 6 mil · 205 votosR$ 29,1
- Jorge De Souza MDBR$ 4,1 mil · 141 votosR$ 28,9
- Professora Marlene MDBR$ 5,6 mil · 229 votosR$ 24,4
- Hiti MDBR$ 5,2 mil · 217 votosR$ 24,1
- Zaidir (Zazá) MDBR$ 5,1 mil · 337 votosR$ 15,3
- Ires PPR$ 4,8 mil · 330 votosR$ 14,7
- Ângelo PPR$ 4,3 mil · 481 votosR$ 9,00
- Déio PPR$ 4,3 mil · 604 votosR$ 7,14
Votos por real
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,8 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.