Pastor Alves
Joaci Cidade Alves · nasceu em 1964
Pastor Alves se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2006), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2006Deputado estadual · São PauloPTB 14333· centro-direita· na urna, Joaci de Jesussuplente45.946 votos; 110º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pastor Alves teve 45.946 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 110º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 126 cidades. São Paulo deu 21,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Pastor Alves declarou R$ 83,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 36% da mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2006.
- Pastor AlvesR$ 83,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 234,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pastor Alves declarou ao TSE R$ 189 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 106 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São José (SC) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 77,8 mil73,6%
- Material impressoR$ 22,7 mil21,5%
- TransporteR$ 5.1514,9%
- EscritórioR$ 20< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, São José (SC), 2020
Pastor Alves: R$ 97,6 por voto (mediana da disputa, R$ 93,8). Quem venceu, Cryslan, gastou R$ 25,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.768; o mais barato, R$ 25,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pastor Alves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fofa PSBR$ 71 mil · 40 votosR$ 1.768
- Bianca Costa PODER$ 120 mil · 239 votosR$ 503
- Claudinha Da Saúde PODER$ 68 mil · 215 votosR$ 316
- Zica Osmar PATRIOTAR$ 64 mil · 369 votosR$ 172
- Karla Maykot NOVOR$ 54 mil · 326 votosR$ 166
- Pastor Alves REPUBLICANOSR$ 106 mil · 1.084 votosR$ 97,6
- Toninho Da Educação PSBR$ 116 mil · 1.237 votosR$ 93,8
- Constâncio Neto DEMR$ 104 mil · 1.596 votosR$ 64,9
- Matson Cé PSDR$ 111 mil · 2.123 votosR$ 52,3
- Rodrigo Andrade PSDR$ 76 mil · 1.576 votosR$ 48,4
- Nardi Arruda PSDR$ 98 mil · 2.161 votosR$ 45,2
- Cryslan NOVOR$ 58 mil · 2.247 votosR$ 25,9
Votos por real
- 2020, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 633 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 416 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.