Jesus Martins
nasceu em 1945
Jesus Martins se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 73 anos, ensino médio, agente administrativo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Jesus Martins teve 471 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 1121º lugar entre 1.483 candidatos.
Recebeu votos em 124 cidades. Bebedouro deu 33,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 66,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Jesus Martins declarou R$ 469,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 416,6 mil acima da inflação.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.
- Jesus MartinsR$ 469,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jesus Martins declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Bebedouro (SP) · PV · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 36467,6%
- Outros candidatosR$ 14226,4%
- PessoasR$ 326%
Para onde foi
- Material impressoR$ 47488%
- ServiçosR$ 6512%
Quanto custou cada voto: vereador, Bebedouro (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,9 por voto. Quem venceu, Mariangela Mussolini (Animais), gastou R$ 6,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,6; o mais barato, R$ 6,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Karla Santana PLR$ 18 mil · 194 votosR$ 93,6
- Antonio Sergio Bento PTBR$ 8,2 mil · 102 votosR$ 80,5
- Paulo Da Eventos Rh MDBR$ 12 mil · 194 votosR$ 61,7
- Miguel Jardineiro SOLIDARIEDADER$ 16 mil · 346 votosR$ 45,4
- Chanel SOLIDARIEDADER$ 42 mil · 1.435 votosR$ 29,2
- Dr Fernando Piffer PSDBR$ 42 mil · 1.605 votosR$ 25,9
- Helinho Bastos SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 665 votosR$ 25,9
- Carminha Campanelli PSDR$ 12 mil · 596 votosR$ 19,7
- Antonio Da Vidraçaria SOLIDARIEDADER$ 8,7 mil · 446 votosR$ 19,5
- Sebastiana DEMR$ 13 mil · 746 votosR$ 17,5
- Beto Mazzeu DEMR$ 9,5 mil · 708 votosR$ 13,5
- Mariangela Mussolini (Animais) MDBR$ 9,5 mil · 1.438 votosR$ 6,57
Votos por real
- 2016, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 178 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 290 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.