Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Jerônimo Reis

Jerônimo de Oliveira Reis · nasceu em 1955

Jerônimo Reis se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2006DEM2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2006.

Passou por 3 partidos: PTB (2002), DEM (2006), MDB (2016).

SenadorDep. federalPrefeitoPartidoPTBDEMMDB20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Lagarto (SE)
    MDB 15· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2006
    Deputado federal · Sergipe
    DEM 2533· direita· na urna, Jeronimo Reis
    eleito54.000 votos; 7º mais votado de 48 no estado
  3. 2002
    Senador · Sergipe
    PTB 141· centro-direita· na urna, Jeronimo Reis
    não eleito190.669 votos, 12,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Jerônimo Reis teve 54.000 votos para deputado federal, 5,4% dos votos válidos do estado: 7º lugar entre 48 candidatos.

Recebeu votos em 74 cidades. Lagarto deu 36,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 78,5%.

54.000 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 54.000 votos.
  1. Lagarto (SE)19.684 votos36,5%
  2. Itabaianinha (SE)4.313 votos8%
  3. Riachão do Dantas (SE)2.801 votos5,2%
  4. Aracaju (SE)2.555 votos4,7%
  5. Tobias Barreto (SE)2.477 votos4,6%
  6. Outras 59 cidades11.594 votos21,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Jerônimo Reis declarou ao TSE R$ 800 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 362 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Lagarto (SE) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 252,7 mil
33% veio de fundos públicos; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 252,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 114,3 mil45,2%
  2. Próprio bolsoR$ 55,1 mil21,8%

Para onde foi

R$ 252,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 252,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 12,3 mil4,9%
  2. TransporteR$ 7.6103%
  3. EscritórioR$ 9470,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Lagarto (SE), 2016

Mediana da disputa: R$ 7,20 por voto. Quem venceu, Jose Valmir Monteiro, gastou R$ 6,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 43,3; o mais barato, R$ 6,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 149 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
  • 2002, senador: 1.602 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.