Jenivaldo
Jenivaldo Correa · nasceu em 1963
Jenivaldo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 4 partidos: PL (2004), MDB (2008), PATRIOTA (2016), REPUBLICANOS (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016Vereador · Bernardino de Campos (SP)PATRIOTA 51111· direita· na urna, Jenivaldo Correasuplente138 votos
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Jenivaldo declarou R$ 246,9 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 195,9 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- JenivaldoR$ 246,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jenivaldo declarou ao TSE R$ 6,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bernardino de Campos (SP) · REPUBLICANOS · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.41557,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 56623%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Odilon Rodrigues Martins PrefeitoR$ 48419,6%
Para onde foi
- Pessoal8 pessoas, não nomeadasR$ 1.11256,1%
- Material impressoTudo de Joia Calcados Confeccoes LtdaR$ 28314,3%
- EscritórioR$ 201%
Quanto custou cada voto: vereador, Bernardino de Campos (SP), 2020
Jenivaldo: R$ 15,2 por voto (mediana da disputa, R$ 20,2). Quem venceu, Rodrigo Da Farmacia Rato, gastou R$ 6,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 367; o mais barato, R$ 6,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jenivaldo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Isabel Mingardi PLR$ 12 mil · 34 votosR$ 367
- Isaac PSDR$ 3,8 mil · 123 votosR$ 30,8
- Gilmar Simeão REPUBLICANOSR$ 2,4 mil · 82 votosR$ 29,8
- Dimas REPUBLICANOSR$ 2,9 mil · 116 votosR$ 25,1
- Bino PSDBR$ 2,6 mil · 120 votosR$ 21,7
- Egídio PLR$ 2,3 mil · 114 votosR$ 20,4
- Val Da Bicicletaria PTBR$ 5,3 mil · 264 votosR$ 20,2
- Fabinho PSDBR$ 3,7 mil · 218 votosR$ 17,1
- Celio Da Frutap PSDBR$ 6 mil · 354 votosR$ 16,8
- Jenivaldo REPUBLICANOSR$ 2 mil · 130 votosR$ 15,2
- Kika Xen PSDBR$ 2 mil · 213 votosR$ 9,56
- Rodrigo Da Farmacia Rato PSDBR$ 2,4 mil · 383 votosR$ 6,23
Votos por real
- 2020, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 217 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.