Jarrão
Pedro Silvino Lopes da Rosa · nasceu em 1956
Jarrão se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2008), PDT (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Cachoeira do Sul (RS)PDT 12617· centro-esquerda· na urna, Pedro Jarrãosuplente1.092 votos
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jarrão declarou R$ 252,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 231,9 mil acima da inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- JarrãoR$ 252,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Jarrão declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 7,9 mil, 38% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cachoeira do Sul (RS) · PL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.83035,9%
- PessoasR$ 2.76035%
- Próprio bolsoR$ 2.12326,9%
- Fundo partidárioR$ 1702,2%
Para onde foi
- InternetR$ 2.83057,1%
- TransporteR$ 1.11422,5%
- Material impressoR$ 1.00920,4%
As contas de 2020 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira do Sul (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 53,3 por voto. Quem venceu, Marcelo Figueiró, gastou R$ 22,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 361; o mais barato, R$ 22,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neca Ayres PPR$ 31 mil · 85 votosR$ 361
- Marinês Rodrigues PSDBR$ 15 mil · 46 votosR$ 323
- Cassio Maciel PPR$ 25 mil · 128 votosR$ 192
- Luana Dutra PLR$ 21 mil · 127 votosR$ 165
- Andréia Colbeich PPR$ 16 mil · 138 votosR$ 113
- Carolina Larrondo PPR$ 38 mil · 555 votosR$ 68,8
- Dr. Carlos Alberto PPR$ 18 mil · 337 votosR$ 53,3
- Michele Dos Santos PTR$ 20 mil · 439 votosR$ 46,3
- Laura Eise PPR$ 17 mil · 381 votosR$ 43,8
- Ryan Rosa PTR$ 15 mil · 339 votosR$ 43,1
- Azevedo REPUBLICANOSR$ 18 mil · 571 votosR$ 30,9
- Marcelo Figueiró MDBR$ 20 mil · 918 votosR$ 22,1
Votos por real
- 2020, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa (contas parciais).
- 2016, vereador: 228 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 327 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.