Apuração
Vereador · 2020 · PL

Jarrão

Pedro Silvino Lopes da Rosa · nasceu em 1956

Jarrão se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2016PDT2020PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: MDB (2008), PDT (2016), PL (2020).

VereadorPartidoMDBPDTPL2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PL 22617· direita
    suplente677 votos
  2. 2016
    PDT 12617· centro-esquerda· na urna, Pedro Jarrão
    suplente1.092 votos
  3. 2008
    MDB 15517· centro
    suplente960 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Jarrão declarou R$ 252,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 231,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 252,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 176.000 na declaração)

Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • JarrãoR$ 252,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 252,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Jarrão declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 7,9 mil, 38% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Cachoeira do Sul (RS) · PL · suplente

De onde veio

R$ 7.883
38% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.883.
  1. Outros candidatosR$ 2.83035,9%
  2. PessoasR$ 2.76035%
  3. Próprio bolsoR$ 2.12326,9%
  4. Fundo partidárioR$ 1702,2%

Para onde foi

R$ 4.953
O maior gasto foi com internet: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.953.
  1. InternetR$ 2.83057,1%
  2. TransporteR$ 1.11422,5%
  3. Material impressoR$ 1.00920,4%

As contas de 2020 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira do Sul (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 53,3 por voto. Quem venceu, Marcelo Figueiró, gastou R$ 22,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 361; o mais barato, R$ 22,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Neca Ayres PPR$ 31 mil · 85 votosR$ 361
  • Marinês Rodrigues PSDBR$ 15 mil · 46 votosR$ 323
  • Cassio Maciel PPR$ 25 mil · 128 votosR$ 192
  • Luana Dutra PLR$ 21 mil · 127 votosR$ 165
  • Andréia Colbeich PPR$ 16 mil · 138 votosR$ 113
  • Carolina Larrondo PPR$ 38 mil · 555 votosR$ 68,8
  • Dr. Carlos Alberto PPR$ 18 mil · 337 votosR$ 53,3
  • Michele Dos Santos PTR$ 20 mil · 439 votosR$ 46,3
  • Laura Eise PPR$ 17 mil · 381 votosR$ 43,8
  • Ryan Rosa PTR$ 15 mil · 339 votosR$ 43,1
  • Azevedo REPUBLICANOSR$ 18 mil · 571 votosR$ 30,9
  • Marcelo Figueiró MDBR$ 20 mil · 918 votosR$ 22,1

Votos por real

  • 2020, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2016, vereador: 228 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 327 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.