Jaqueline de Dr. Joaquim
Olga Jaqueline de Oliveira Fernandes · nasceu em 1962
Jaqueline de Dr. Joaquim se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jaqueline de Dr. Joaquim declarou R$ 541,7 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 1,3 mi, já descontada a inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Jaqueline de Dr. JoaquimR$ 541,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jaqueline de Dr. Joaquim declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Datas (MG) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Datas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 21 por voto. Quem venceu, Eduardo De Gregório, gastou R$ 8,18 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 8,18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bete De Zé PHSR$ 4,7 mil · 18 votosR$ 263
- Wadimir De Laerte PHSR$ 1,7 mil · 7 votosR$ 250
- Denilson Da Trupinha PDTR$ 2,2 mil · 35 votosR$ 63,1
- Wilton Fusquinha PHSR$ 5 mil · 118 votosR$ 42,4
- Celsinho MDBR$ 6,2 mil · 225 votosR$ 27,6
- Totonho PPR$ 5,3 mil · 246 votosR$ 21,7
- Baltazar PTBR$ 4,5 mil · 213 votosR$ 21
- Daniel De Jesus Rosa PTBR$ 1,6 mil · 105 votosR$ 15,3
- Negão De Laerte PHSR$ 1,7 mil · 131 votosR$ 13
- Gilmar Leão PSDR$ 1,8 mil · 185 votosR$ 9,54
- Carlinhos De Geraldo De Cota PSDR$ 1,6 mil · 175 votosR$ 9,19
- Eduardo De Gregório DEMR$ 1,7 mil · 204 votosR$ 8,18
Votos por real
- 2016, vereadora: 117 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 9,5 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.