Janio Fernandes
Janio Fernandes dos Santos · nasceu em 1968
Janio Fernandes se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: PSB (2002–2004), PL (2006–2008), CIDADANIA (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior incompleto, servidor público federal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2006
- 2004
- 2002Deputado estadual · RoraimaPSB 40800· centro-esquerda· na urna, Jânio Fernandessuplente455 votos; 105º mais votado de 440 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Janio Fernandes teve 278 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 137º lugar entre 369 candidatos.
Recebeu votos em 12 cidades. Caracaraí deu 45,3% deles.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Janio Fernandes declarou R$ 94,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 45,4 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (54%) dos candidatos a vereador em Roraima não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Janio Fernandes declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 18 mil, 72% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caracaraí (RR) · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 12,7 mil72,2%
- Próprio bolsoR$ 4.24624,1%
- Outros candidatosR$ 6613,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 7.07657,4%
- ServiçosR$ 2.83023%
- Material impressoR$ 2.40619,5%
- EscritórioR$ 200,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Caracaraí (RR), 2020
Mediana da disputa: R$ 144 por voto. Quem venceu, Valdemar Pé No Chão, gastou R$ 95,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.122; o mais barato, R$ 95,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leide PSDR$ 21 mil · 19 votosR$ 1.122
- Professora Dinair Cauper PSDR$ 21 mil · 24 votosR$ 881
- Cindy Moraes PSDR$ 23 mil · 50 votosR$ 458
- Walquiria Bastos MDBR$ 18 mil · 70 votosR$ 259
- Jádher Enfermeiro PSDR$ 21 mil · 91 votosR$ 230
- Toinha MDBR$ 21 mil · 140 votosR$ 150
- Diego Sousa REPUBLICANOSR$ 17 mil · 117 votosR$ 144
- João Barra REPUBLICANOSR$ 14 mil · 99 votosR$ 141
- Fantão REPUBLICANOSR$ 14 mil · 109 votosR$ 129
- Edinardo Da Distribuidora PATRIOTAR$ 28 mil · 229 votosR$ 123
- Prof. Kelly REPUBLICANOSR$ 28 mil · 288 votosR$ 96,7
- Valdemar Pé No Chão PSDR$ 34 mil · 352 votosR$ 95,9
Votos por real
- 2020, vereador: 6,7 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 7 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.