Janderson da Educação
Janderson de Aguiar Amorim · nasceu em 1977
Janderson da Educação se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: SOLIDARIEDADE (2016–2018), REPUBLICANOS (2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, superior completo, administrador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroSOLIDARIEDADE 77144· centro-direitasuplente5.535 votos; 265º mais votado de 2.242 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Janderson da Educação teve 5.535 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 265º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 49 cidades. Saquarema deu 32,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Janderson da Educação declarou R$ 123,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2020, o total subiu R$ 26,1 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Janderson da Educação declarou ao TSE R$ 117 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 69 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Saquarema (RJ) · PSB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 21,9 mil99%
- Outros candidatosR$ 2301%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 13,1 mil56,6%
- ServiçosR$ 7.87534%
- Material impressoR$ 1.1485%
- OutrosR$ 6022,6%
- InternetR$ 4371,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Saquarema (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 46,5 por voto. Quem venceu, Roberto Ramalho, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 456; o mais barato, R$ 17,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cris Brasil PTR$ 32 mil · 70 votosR$ 456
- Alex Cocão PSBR$ 27 mil · 114 votosR$ 240
- Fabricio Queiroz PLR$ 136 mil · 588 votosR$ 231
- Bia Pontes PSBR$ 36 mil · 278 votosR$ 131
- Raphael Sanzana PVR$ 33 mil · 459 votosR$ 71,5
- Tuca Maia PSBR$ 23 mil · 495 votosR$ 47,3
- Super Marco PSDR$ 58 mil · 1.251 votosR$ 46,5
- Vanildo PPR$ 66 mil · 1.435 votosR$ 45,7
- Marcel Chagas UNIÃOR$ 70 mil · 1.717 votosR$ 40,7
- Dra Renata PPR$ 58 mil · 2.185 votosR$ 26,7
- Abraão Da Melgil UNIÃOR$ 46 mil · 2.271 votosR$ 20,4
- Roberto Ramalho PLR$ 31 mil · 1.758 votosR$ 17,9
Votos por real
- 2024, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 138 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.